O PODER DA MANIPULAÇÃO DA VERDADE E DA MENTIRA E O EFEITO
PSICOLOGICO DA TECNICA MANIPULATIVA.
Os lideres dos governos europeus há muito que utilizam a
tecnica: “Argumentum ad nauseam /argumentum ad infinitum” em relação á politica interna e externa, explorada
na relação com a russia, china e irão na linhas dos seus mestres intelectuais e
pensadores hitler,goebbles e sionistas.
hitler atribuiu aos judeus a estrategia da manipulação da
mentira, designada a “GRANDE MENTIRA”, que funciona segundo o principio psicologico
de que ninguem acredita que uma mentira grande seja falsa, ao invés de uma
mentira menos potente. goebbles seguindo
os efeitos da tecnica e suas variantes usou de forma sistematica como propaganda o “Argumentum ad nauseam /argumentum ad infinitum” a tecnica consiste em repetir infinitamente
até à exasutão uma mentira, até que começe a adquirir e consolidar o estatuto
de verdade.
Fonte: Wikipedia
Argumentum ad nauseam (em português,
"argumentação até provocar náusea")[1] é uma expressão em língua latina que
se refere à argumentação por
repetição, que consiste em repetir insistentemente a mesma afirmação até o
ponto de, metaforicamente,
provocar náusea.
O uso desse tipo de argumento pode ocorrer quando o autor da repetição acredita
não ter suficiente atenção por parte dos seus interlocutores ou quando crê na falácia de que uma
afirmação muito repetida é geralmente verdadeira.[2] Segundo Goebbels "uma
mentira repetida mil vezes transforma-se em verdade", ou seja,
independentemente de se tratar de proposição verdadeira
ou falsa, o martelar constante de determinadas afirmações é eficaz para
produzir crenças,
que gradativamente se consolidam no indivíduo e na sociedade, convertendo-as em
"verdades"
incontestáveis.[3]
O argumentum ad nauseam assemelha-se ao argumentum ad infinitum, que é uma argumentação sem fim,
constituída de infinitos passos lógicos. Observe-se que,
em termos aristotélicos,
uma série conceitual infinita não é inteligível.[4] O argumentum
ad infinitum baseia-se na falácia de que, se
ninguém rebate o argumento, ele está correto — uma falácia semelhante à que
sustenta o argumentum ad nauseam: uma afirmação insistentemente
repetida é capaz de eliminar toda a objeção (eventualmente, pelo cansaço do
interlocutor) e, assim, mostrar-se verdadeira — mesmo sem que haja prova ou
ainda que seja logicamente inconsistente.
A fonte da técnica da grande mentira é esta passagem,
retirada do Capítulo 10 da tradução de Mein Kampf de James Murphy (a citação
é um parágrafo na tradução de Murphy e no original alemão):
Mas coube
aos judeus, com sua capacidade irrestrita de falsidade, e seus camaradas
lutadores, os marxistas, imputar a responsabilidade pela queda precisamente ao
homem que sozinho havia mostrado uma vontade e energia sobre-humanas em seu
esforço para evitar a catástrofe que ele previu e para salvar a nação daquela
hora de derrota completa e vergonha. Ao colocar a responsabilidade pela perda
da guerra mundial sobre os ombros de Ludendorff, eles tiraram a arma do direito
moral do único adversário perigoso o suficiente para ter sucesso em levar os
traidores da Pátria à Justiça.
Tudo isso foi inspirado pelo princípio – o que é
verdade em si mesmo – de que na grande mentira sempre há uma certa força de
credibilidade; porque as amplas massas de uma nação são sempre mais facilmente
corrompidas nas camadas mais profundas de sua natureza emocional do que
consciente ou voluntariamente; e assim, na simplicidade primitiva de suas mentes,
eles caem mais facilmente vítimas da grande mentira do que da pequena mentira,
visto que eles próprios freqüentemente contam pequenas mentiras em pequenas
questões, mas teriam vergonha de recorrer a falsidades em grande escala.
Nunca entraria em suas cabeças fabricar inverdades
colossais, e eles não acreditariam que outros pudessem ter o atrevimento de
distorcer a verdade de forma tão infame. Mesmo que os fatos que provam isso
possam ser trazidos claramente à sua mente, eles ainda duvidarão e vacilarão e
continuarão a pensar que pode haver alguma outra explicação. Pois a mentira
grosseiramente atrevida sempre deixa rastros, mesmo depois de ter sido pregada,
um fato que é conhecido por todos os mentirosos experientes neste mundo e por
todos os que conspiram juntos na arte de mentir.
— Adolf Hitler, Mein Kampf, vol. I, cap. X[8]
O historiador da Guerra Fria Zachary Jonathan Jacobson
descreve seu uso:[9]
Adolf Hitler primeiro definiu a
Grande Mentira como uma ferramenta desviante usada pelos judeus vienenses para
desacreditar o comportamento dos alemães na Primeira Guerra Mundial. No
entanto, de maneira tragicamente irônica, foi Hitler e seu regime nazista que
realmente empregaram a estratégia mentirosa. Em um esforço para reescrever a
história e culpar os judeus europeus pela derrota da Alemanha na Primeira
Guerra Mundial, Hitler e seu ministro da propaganda os acusaram de lucrar com a
guerra, associar-se com potências estrangeiras e "esquivar-se da
guerra" (evitando o recrutamento). Os judeus, afirmou Hitler, eram o ponto
fraco do estado de Weimer, que expôs a leal e verdadeira população alemã a um
colapso catastrófico. Para vender esta narrativa, Joseph Goebbels insistiu que
"toda propaganda eficaz deve ser limitada a alguns poucos pontos e deve
ser repetida em slogans até que o último membro do público compreenda." Em
suma, o fascismo nazista dependia da criação de uma mentira simplificada e
abrangente ... os nazistas construíram uma ideologia sobre uma ficção, a noção
de que a derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial poderia ser vingada (e
revertida) purgando a população alemã dos supostamente responsáveis: os judeus.
Em 1943, o colaborador do The New York Times Edwin
James afirmou que a maior mentira de Hitler foi sua afirmação revisionista de
que a Alemanha não foi derrotada na guerra em 1918, mas sim traída por grupos
internos.[10] Esse mito da
punhalada pelas costas foi espalhado por grupos de direita,
incluindo os nazistas.[11]
Descrição de Goebbels
Joseph Goebbels, chefe do Ministério da
Propaganda da Alemanha Nazista
Joseph Goebbels apresentou
uma teoria que passou a ser mais comumente associada à expressão "grande
mentira". Goebbels escreveu o seguinte parágrafo em um artigo datado de 12
de janeiro de 1941, dezesseis anos depois que Hitler usou a frase pela primeira
vez. O artigo, intitulado "Aus Churchills Lügenfabrik" (em português:
"Da Fábrica de Mentiras de Churchill") foi publicado em Die
Zeit ohne Beispiel.
O segredo essencial da liderança
inglesa não depende de uma inteligência particular. Em vez disso, depende de
uma estupidez estúpida. Os ingleses seguem o princípio de que, quando se mente,
deve-se mentir grande e seguir firme. Eles mantêm suas mentiras, mesmo correndo
o risco de parecer ridículos.[12]
A seguinte suposta citação de Joseph Goebbels foi
repetida em vários livros e artigos e em milhares de páginas da web, mas nenhum
deles citou uma fonte primária. De acordo com a pesquisa e o raciocínio de
Randall Bytwerk, é algo improvável que Goebbels tenha dito.[13]
Se você contar uma mentira grande o
suficiente e continuar repetindo-a, as pessoas acabarão por acreditar nela. A
mentira só pode ser mantida enquanto o Estado puder proteger o povo das
consequências políticas, econômicas e/ou militares da mentira. Assim, torna-se
de vital importância para o Estado usar todos os seus poderes para reprimir a
dissidência, pois a verdade é o inimigo mortal da mentira e, portanto, por
extensão, a verdade é o maior inimigo do Estado.
O termo "grande mentira" também foi usada em
um relatório preparado durante a guerra pelo Escritório
de Serviços Estratégicos
Suas regras básicas eram: nunca
permita que o público se acalme; nunca admita uma falha ou erro; nunca admita
que pode haver algo de bom em seu inimigo; nunca deixe espaço para
alternativas; nunca aceite a culpa; concentre-se em um inimigo de cada vez e
culpe-o por tudo que dá errado; as pessoas acreditarão em uma grande mentira
mais cedo do que em uma pequena; e se você repeti-lo com frequência, as pessoas
mais cedo ou mais tarde acreditarão. (CIA)[15]
A citação acima aparece no relatório A
Psychological Analysis of Adolf Hitler: His Life and Legend (Uma
Análise Psicológica de Adolf Hitler: Sua Vida e Lenda), de Walter C. Langer.[15][16] Uma
citação um tanto semelhante aparece na obra de 1943, Analysis of the
Personality of Adolph Hitler: With Predictions of His Future Behaviour and
Suggestions for Dealing with Him Now and After Germany's Surrender (Análise
da Personalidade de Adolph Hitler: Com Previsões de seu Comportamento Futuro e
Sugestões para Lidar com ele Agora e Depois da Rendição da Alemanha), de Henry
A. Murray:
...nunca admita uma falha ou erro;
nunca aceite a culpa; concentre-se em um inimigo de cada vez; culpe aquele
inimigo por tudo que dá errado; aproveite todas as oportunidades para criar um
turbilhão político.[17]