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sábado, 30 de maio de 2026

razão da força versus FORÇA DA RAZÃO

Mais um pequeno passo do pequeno humanoide, mas gigante para os humanoides yankess, e terminara por estender-se aos partidos e forças politicas na europa que se opõnham à direita e extrema direita, seja qual for o país, com a ajuda e apoio dos lideres europeus, os partidos de esquerda que comecem a tomar medidas e proteger-se com antitodos.

Trump a exemplo da manipulação que faz com o direito e a justiça sustentado no poder e razão da força das armas, chegará um momento que, da mesma forma com o que está a forjar contra Cuba e Castro, proclamara que a revolução de Outubro de 1917 na Russia, a revolução na China 1949, são uma ameaça e considerará condenar em tribunal Seppo/Yankee, os actuais lideres desses países. Uma comedia estes Yankees.

 

Fonte: BBC Brasil

Em comunicado publicado (28/5/2026), o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que classifica as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas criminosas mais violentas do Brasil" constituindo uma ameaça para os Seppo/Yankees, e que elas serão designadas como Organizações Terroristas Estrangeiras a partir do dia 5 de junho. Aa decisão Yankee ameaça trazer tensão às relações entre as duas maiores nações do Hemisfério Ocidental, que só recentemente começaram a reparar suas relações"."Isso gerou preocupação entre autoridades brasileiras de que os EUA possam estar tentando influenciar as próximas eleições, ajudando um novo Bolsonaro, ou até chegar a uma possivel invasão.

à espera do resultado da repetição da mentira "Argumentum ad nauseam /argumentum ad infinitum”

 

O PODER DA MANIPULAÇÃO DA VERDADE E DA MENTIRA E O EFEITO PSICOLOGICO DA TECNICA MANIPULATIVA.

 Os lideres dos governos europeus há muito que utilizam a tecnica: “Argumentum ad nauseam /argumentum ad infinitum” em relação á politica interna e externa, explorada na relação com a russia, china e irão na linhas dos seus mestres intelectuais e pensadores hitler,goebbles e sionistas.

 

hitler atribuiu aos judeus a estrategia da manipulação da mentira, designada a “GRANDE MENTIRA”, que funciona segundo o principio psicologico de que ninguem acredita que uma mentira grande seja falsa, ao invés de uma mentira menos potente.  goebbles seguindo os efeitos da tecnica e suas variantes usou de forma sistematica como propaganda o “Argumentum ad nauseam  /argumentum ad infinitum” a tecnica consiste em repetir infinitamente até à exasutão uma mentira, até que começe a adquirir e consolidar o estatuto de verdade.

 


Fonte: Wikipedia

Argumentum ad nauseam (em português, "argumentação até provocar náusea")[1] é uma expressão em língua latina que se refere à argumentação por repetição, que consiste em repetir insistentemente a mesma afirmação até o ponto de, metaforicamente, provocar náusea. O uso desse tipo de argumento pode ocorrer quando o autor da repetição acredita não ter suficiente atenção por parte dos seus interlocutores ou quando crê na falácia de que uma afirmação muito repetida é geralmente verdadeira.[2] Segundo Goebbels "uma mentira repetida mil vezes transforma-se em verdade", ou seja, independentemente de se tratar de proposição verdadeira ou falsa, o martelar constante de determinadas afirmações é eficaz para produzir crenças, que gradativamente se consolidam no indivíduo e na sociedade, convertendo-as em "verdades" incontestáveis.[3]

argumentum ad nauseam assemelha-se ao argumentum ad infinitum, que é uma argumentação sem fim, constituída de infinitos passos lógicos. Observe-se que, em termos aristotélicos, uma série conceitual infinita não é inteligível.[4] O argumentum ad infinitum baseia-se na falácia de que, se ninguém rebate o argumento, ele está correto — uma falácia semelhante à que sustenta o argumentum ad nauseam: uma afirmação insistentemente repetida é capaz de eliminar toda a objeção (eventualmente, pelo cansaço do interlocutor) e, assim, mostrar-se verdadeira — mesmo sem que haja prova ou ainda que seja logicamente inconsistente.

A fonte da técnica da grande mentira é esta passagem, retirada do Capítulo 10 da tradução de Mein Kampf de James Murphy (a citação é um parágrafo na tradução de Murphy e no original alemão):

Mas coube aos judeus, com sua capacidade irrestrita de falsidade, e seus camaradas lutadores, os marxistas, imputar a responsabilidade pela queda precisamente ao homem que sozinho havia mostrado uma vontade e energia sobre-humanas em seu esforço para evitar a catástrofe que ele previu e para salvar a nação daquela hora de derrota completa e vergonha. Ao colocar a responsabilidade pela perda da guerra mundial sobre os ombros de Ludendorff, eles tiraram a arma do direito moral do único adversário perigoso o suficiente para ter sucesso em levar os traidores da Pátria à Justiça.

Tudo isso foi inspirado pelo princípio – o que é verdade em si mesmo – de que na grande mentira sempre há uma certa força de credibilidade; porque as amplas massas de uma nação são sempre mais facilmente corrompidas nas camadas mais profundas de sua natureza emocional do que consciente ou voluntariamente; e assim, na simplicidade primitiva de suas mentes, eles caem mais facilmente vítimas da grande mentira do que da pequena mentira, visto que eles próprios freqüentemente contam pequenas mentiras em pequenas questões, mas teriam vergonha de recorrer a falsidades em grande escala.

Nunca entraria em suas cabeças fabricar inverdades colossais, e eles não acreditariam que outros pudessem ter o atrevimento de distorcer a verdade de forma tão infame. Mesmo que os fatos que provam isso possam ser trazidos claramente à sua mente, eles ainda duvidarão e vacilarão e continuarão a pensar que pode haver alguma outra explicação. Pois a mentira grosseiramente atrevida sempre deixa rastros, mesmo depois de ter sido pregada, um fato que é conhecido por todos os mentirosos experientes neste mundo e por todos os que conspiram juntos na arte de mentir.

— Adolf Hitler, Mein Kampf, vol. I, cap. X[8]

O historiador da Guerra Fria Zachary Jonathan Jacobson descreve seu uso:[9]

Adolf Hitler primeiro definiu a Grande Mentira como uma ferramenta desviante usada pelos judeus vienenses para desacreditar o comportamento dos alemães na Primeira Guerra Mundial. No entanto, de maneira tragicamente irônica, foi Hitler e seu regime nazista que realmente empregaram a estratégia mentirosa. Em um esforço para reescrever a história e culpar os judeus europeus pela derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial, Hitler e seu ministro da propaganda os acusaram de lucrar com a guerra, associar-se com potências estrangeiras e "esquivar-se da guerra" (evitando o recrutamento). Os judeus, afirmou Hitler, eram o ponto fraco do estado de Weimer, que expôs a leal e verdadeira população alemã a um colapso catastrófico. Para vender esta narrativa, Joseph Goebbels insistiu que "toda propaganda eficaz deve ser limitada a alguns poucos pontos e deve ser repetida em slogans até que o último membro do público compreenda." Em suma, o fascismo nazista dependia da criação de uma mentira simplificada e abrangente ... os nazistas construíram uma ideologia sobre uma ficção, a noção de que a derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial poderia ser vingada (e revertida) purgando a população alemã dos supostamente responsáveis: os judeus.

Em 1943, o colaborador do The New York Times Edwin James afirmou que a maior mentira de Hitler foi sua afirmação revisionista de que a Alemanha não foi derrotada na guerra em 1918, mas sim traída por grupos internos.[10] Esse mito da punhalada pelas costas foi espalhado por grupos de direita, incluindo os nazistas.[11]

Descrição de Goebbels

Joseph Goebbels, chefe do Ministério da Propaganda da Alemanha Nazista

Joseph Goebbels apresentou uma teoria que passou a ser mais comumente associada à expressão "grande mentira". Goebbels escreveu o seguinte parágrafo em um artigo datado de 12 de janeiro de 1941, dezesseis anos depois que Hitler usou a frase pela primeira vez. O artigo, intitulado "Aus Churchills Lügenfabrik" (em português: "Da Fábrica de Mentiras de Churchill") foi publicado em Die Zeit ohne Beispiel.

O segredo essencial da liderança inglesa não depende de uma inteligência particular. Em vez disso, depende de uma estupidez estúpida. Os ingleses seguem o princípio de que, quando se mente, deve-se mentir grande e seguir firme. Eles mantêm suas mentiras, mesmo correndo o risco de parecer ridículos.[12]

A seguinte suposta citação de Joseph Goebbels foi repetida em vários livros e artigos e em milhares de páginas da web, mas nenhum deles citou uma fonte primária. De acordo com a pesquisa e o raciocínio de Randall Bytwerk, é algo improvável que Goebbels tenha dito.[13]

Se você contar uma mentira grande o suficiente e continuar repetindo-a, as pessoas acabarão por acreditar nela. A mentira só pode ser mantida enquanto o Estado puder proteger o povo das consequências políticas, econômicas e/ou militares da mentira. Assim, torna-se de vital importância para o Estado usar todos os seus poderes para reprimir a dissidência, pois a verdade é o inimigo mortal da mentira e, portanto, por extensão, a verdade é o maior inimigo do Estado.

O termo "grande mentira" também foi usada em um relatório preparado durante a guerra pelo Escritório de Serviços Estratégicos 

Suas regras básicas eram: nunca permita que o público se acalme; nunca admita uma falha ou erro; nunca admita que pode haver algo de bom em seu inimigo; nunca deixe espaço para alternativas; nunca aceite a culpa; concentre-se em um inimigo de cada vez e culpe-o por tudo que dá errado; as pessoas acreditarão em uma grande mentira mais cedo do que em uma pequena; e se você repeti-lo com frequência, as pessoas mais cedo ou mais tarde acreditarão. (CIA)[15]

A citação acima aparece no relatório A Psychological Analysis of Adolf Hitler: His Life and Legend (Uma Análise Psicológica de Adolf Hitler: Sua Vida e Lenda), de Walter C. Langer.[15][16] Uma citação um tanto semelhante aparece na obra de 1943, Analysis of the Personality of Adolph Hitler: With Predictions of His Future Behaviour and Suggestions for Dealing with Him Now and After Germany's Surrender (Análise da Personalidade de Adolph Hitler: Com Previsões de seu Comportamento Futuro e Sugestões para Lidar com ele Agora e Depois da Rendição da Alemanha), de Henry A. Murray:

...nunca admita uma falha ou erro; nunca aceite a culpa; concentre-se em um inimigo de cada vez; culpe aquele inimigo por tudo que dá errado; aproveite todas as oportunidades para criar um turbilhão político.[17]

 

 

 

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Espanha Laboratorio de guerra de hitler-mussolini e franco e laboratorio Judicial do fascismo.

 

Hoje em dia, o fascismo está galopante e em plena força em muitos países do mundo. Já não têm medo, já não escondem nada, tudo às claras e abertamente. Fascismo sem medo -normalizado. Só há uma forma de acabar com isto, como a 8 de maio de 1945, na Alemanha e a 28 de abril, em Itália. É isso.

A Espanha serviu de laboratório de guerra ao nazismo em 26 de Abril de 1937, com a Legião Condor de hitler, franco e mssolini a bombardear Guernica. Voltou novamente a servir de exemplo e laboratório judicial para penalizar os cidadãos revolucionarios, começou o treino com Baltasar Garzón, foi sendo afinado com exemplos como Pablo Hasél e agora em pleno e a toda a velocidade com Álvaro García Ortiz, e por aí fora, sem travão.

renascimento: fascismo a popularizar-se tal como em 31 de julho de 1932

 

A melhor arma política (por ser 100% eficaz), quando um partido com praticas fascistas-capitalistas enfrenta problemas legais e criminais, é utilizar os procuradores e juízes do partido, que partilham a mesma ideologia política, são amigos e aliados ( porque pagos com a satisfação de interesses e privilegios privados),  para levantar suspeitas, presunções ou mesmo incriminar, cidadãos e partidos opositores, porque aliviam e abrandam a carga atencional sobre os factos pertinentes e passam a ocupar tempo e espaço mental nos alvos que os vão avaliar- o povo-, permitindo desgastar e desviar a atenção no foco e no alvo principal. Os amigos e aliados politicos e ideologicos estão lá para os servir, para essa finalidade e proposito, não para administrar a justiça, é a estrategia modelo mãos SUJAS. Não inventaram nada, nada é novo, têm como bons mestres e guias a acção de goebbles e afiliados, tudo a mesma familia, a mesma irmandade, fascismo-nazismo- sionismo-capitalismo-direita extrema direita.