a lêr

sexta-feira, 5 de junho de 2026

A "democracia" a funcionar, se preferirem podem escolher o fascismo, entre uns e otros...

policia e forças armadas: instituiçoes "democraticas", en paises "democraticos", praticando a "democracia". Vão iludir o caralho.






o caralho comentadores.

O Infantário Europeu

Os altos dirigentes e governantes de europa juntaram-se no infantário que Trump frequenta. Alí eles aprendem muitos conceitos e treinam muitas competências, alguns mais evoluidas que outros mas todos ainda no estadio de desenvolvimento infantil que Piaget definiu, no processo lógico do estágio pré-operacional - dos 2 aos 7 anos de idade -, como  RACIOCINIO TRANSDUCTIVO (em vez de ir do geral para o particular –dedução- ou do particular para o geral –indução-, a criança liga dois eventos específicos e próximos no tempo, assumindo uma relação de causa e efeito mesmo sem qualquer lógica real),  caracterizado pelo PENSAMENTO SINCRETICO ( tendência da criança a compreender o mundo de forma global e vaga, misturando elementos, sem separar detalhes lógicos nem fazer as distinções corretas entre causa e efeito). Assim estamos, ao nível do berçario. que os pariu.


Argumento: os ataques armados ucranianos aos paises europeus da nato são culpa da Russia.

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Interclassismo, Irmandade e, ...mais o caralho.

Os donos das empresas, os patrões, os capitalistas querem mesmo proteger os interesses de vida e de bem estar dos trabalhadores, cuja satisfação das suas necessidades só pode realizar-se e concretiza-se com o salário que resulta da sua laboração. Os capitalistas  estão todos muito preocupados com o bem estar dos trabalhadores e por isso querem leis que nos protejam deles.

As leis do trabalho, e outras, que as mentalidade burguesas e capitalistas querem ver aplicadas são mesmo aquelas que me protegem e ajudam a concretizar a satisfação das necessidades, básicas que sejam, e de bem estar.

Somos uma Irmandade em que todos trabalhamos para o mesmo fim, o capital-burgues-esclavagista zela pelos meus interesses e necessidades de trabalhador, paga-me o suficiente para poder conseguir levantar-me e continuar de pé a trabalhar e eu zelo pelos interesses regalias e privilegios deles, produzo a riqueza para pagar a vida abastada que levam, os excessos, estravagâncias, luxos, esbanjamentos, desperdicios, assegurando-me que não lhes falta o necessário para se reproduzirem sem preocupações, assim que só temos de partilhar as mesmas ideias sobre o mundo do trabalho e da empresa, para que a vida em sociedade seja plena de satisfação, certo?

E devemos escutar os partidos que eles financiam e de que também fazem parte, porque esses partido são interclassistas, emanam, trabalhadores e capitalistas, lado a lado de maõs dadas,  numa irmandade patriotica, neles votam a burguesia endinheirada, o capitalismo, os trabalhadores, os escravos, os sem abrigo, ao gestores caritativos dos bancos alimentares, os pedintes, desapossados, despojados, mendigos, que ali levantam os alimentos, e ouvem bonitas  e ensaiadas palavras.

 

E assim vai portugal, uns vão bem e outros mal,   …que os pariu.

terça-feira, 2 de junho de 2026

neofascismo o que sempre foi fascismo.

Então o cidadão neofascista Ventura, do xenofobo, racista, misógeno, capitalista… Chega, proclamando aos quantos pontos que quer acabar com as reformas milionarias, dá como exemplo a pensão milionaria de um adversário politico. Percebe-se logo, não há como ocultar qual a melhor forma de defender as pensões milionárias dos amigos capitalistas, burgueses e neofascistas, mexer na lei para ter como alvo apenas os adversários e não todas as reformas milionarias. O fascismo no seu melhor a enganar os ingenuos incautos, a fazer o que sabe fazer e sempre fez bem, com habilidade e engenho, enganar.

Cidadãos For(ç - j)ados

Segundo a ministra do trabalho, a horrivel cidadã Maria Rosário Palma Ramalho, o estabelecimento de contratos sociais legais e moralmente legitimos e universais, bem assim como os actos de reivindicar, reclamar, protestar, lutar pela sua manutenção e sua aplicação é “forçar “  direitos, foda-se, que a pariu! A horrivel cidadã parece ter andado a estudar para jurista, então os cidadãos que se formaram e integraram  o sistema judicial quando aplicam o direiro estão a forçá-lo? quem lhe for(ç-j)ou as habilitações? Que caralho de linguagem é gerada naquele cérebro, que quantidade de neurónis e ligações sinápticas andarão para lá aos trambolhões a fugir uns dos outros? Credibilidade zero, demita-se  FORÇADA a reconhecer que foi uma nódoa negra para o país.

sábado, 30 de maio de 2026

razão da força versus FORÇA DA RAZÃO

Mais um pequeno passo do pequeno humanoide, mas gigante para os humanoides yankess, e terminara por estender-se aos partidos e forças politicas na europa que se opõnham à direita e extrema direita, seja qual for o país, com a ajuda e apoio dos lideres europeus, os partidos de esquerda que comecem a tomar medidas e proteger-se com antitodos.

Trump a exemplo da manipulação que faz com o direito e a justiça sustentado no poder e razão da força das armas, chegará um momento que, da mesma forma com o que está a forjar contra Cuba e Castro, proclamara que a revolução de Outubro de 1917 na Russia, a revolução na China 1949, são uma ameaça e considerará condenar em tribunal Seppo/Yankee, os actuais lideres desses países. Uma comedia estes Yankees.

 

Fonte: BBC Brasil

Em comunicado publicado (28/5/2026), o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que classifica as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas criminosas mais violentas do Brasil" constituindo uma ameaça para os Seppo/Yankees, e que elas serão designadas como Organizações Terroristas Estrangeiras a partir do dia 5 de junho. Aa decisão Yankee ameaça trazer tensão às relações entre as duas maiores nações do Hemisfério Ocidental, que só recentemente começaram a reparar suas relações"."Isso gerou preocupação entre autoridades brasileiras de que os EUA possam estar tentando influenciar as próximas eleições, ajudando um novo Bolsonaro, ou até chegar a uma possivel invasão.

à espera do resultado da repetição da mentira "Argumentum ad nauseam /argumentum ad infinitum”

 

O PODER DA MANIPULAÇÃO DA VERDADE E DA MENTIRA E O EFEITO PSICOLOGICO DA TECNICA MANIPULATIVA.

 Os lideres dos governos europeus há muito que utilizam a tecnica: “Argumentum ad nauseam /argumentum ad infinitum” em relação á politica interna e externa, explorada na relação com a russia, china e irão na linhas dos seus mestres intelectuais e pensadores hitler,goebbles e sionistas.

 

hitler atribuiu aos judeus a estrategia da manipulação da mentira, designada a “GRANDE MENTIRA”, que funciona segundo o principio psicologico de que ninguem acredita que uma mentira grande seja falsa, ao invés de uma mentira menos potente.  goebbles seguindo os efeitos da tecnica e suas variantes usou de forma sistematica como propaganda o “Argumentum ad nauseam  /argumentum ad infinitum” a tecnica consiste em repetir infinitamente até à exasutão uma mentira, até que começe a adquirir e consolidar o estatuto de verdade.

 


Fonte: Wikipedia

Argumentum ad nauseam (em português, "argumentação até provocar náusea")[1] é uma expressão em língua latina que se refere à argumentação por repetição, que consiste em repetir insistentemente a mesma afirmação até o ponto de, metaforicamente, provocar náusea. O uso desse tipo de argumento pode ocorrer quando o autor da repetição acredita não ter suficiente atenção por parte dos seus interlocutores ou quando crê na falácia de que uma afirmação muito repetida é geralmente verdadeira.[2] Segundo Goebbels "uma mentira repetida mil vezes transforma-se em verdade", ou seja, independentemente de se tratar de proposição verdadeira ou falsa, o martelar constante de determinadas afirmações é eficaz para produzir crenças, que gradativamente se consolidam no indivíduo e na sociedade, convertendo-as em "verdades" incontestáveis.[3]

argumentum ad nauseam assemelha-se ao argumentum ad infinitum, que é uma argumentação sem fim, constituída de infinitos passos lógicos. Observe-se que, em termos aristotélicos, uma série conceitual infinita não é inteligível.[4] O argumentum ad infinitum baseia-se na falácia de que, se ninguém rebate o argumento, ele está correto — uma falácia semelhante à que sustenta o argumentum ad nauseam: uma afirmação insistentemente repetida é capaz de eliminar toda a objeção (eventualmente, pelo cansaço do interlocutor) e, assim, mostrar-se verdadeira — mesmo sem que haja prova ou ainda que seja logicamente inconsistente.

A fonte da técnica da grande mentira é esta passagem, retirada do Capítulo 10 da tradução de Mein Kampf de James Murphy (a citação é um parágrafo na tradução de Murphy e no original alemão):

Mas coube aos judeus, com sua capacidade irrestrita de falsidade, e seus camaradas lutadores, os marxistas, imputar a responsabilidade pela queda precisamente ao homem que sozinho havia mostrado uma vontade e energia sobre-humanas em seu esforço para evitar a catástrofe que ele previu e para salvar a nação daquela hora de derrota completa e vergonha. Ao colocar a responsabilidade pela perda da guerra mundial sobre os ombros de Ludendorff, eles tiraram a arma do direito moral do único adversário perigoso o suficiente para ter sucesso em levar os traidores da Pátria à Justiça.

Tudo isso foi inspirado pelo princípio – o que é verdade em si mesmo – de que na grande mentira sempre há uma certa força de credibilidade; porque as amplas massas de uma nação são sempre mais facilmente corrompidas nas camadas mais profundas de sua natureza emocional do que consciente ou voluntariamente; e assim, na simplicidade primitiva de suas mentes, eles caem mais facilmente vítimas da grande mentira do que da pequena mentira, visto que eles próprios freqüentemente contam pequenas mentiras em pequenas questões, mas teriam vergonha de recorrer a falsidades em grande escala.

Nunca entraria em suas cabeças fabricar inverdades colossais, e eles não acreditariam que outros pudessem ter o atrevimento de distorcer a verdade de forma tão infame. Mesmo que os fatos que provam isso possam ser trazidos claramente à sua mente, eles ainda duvidarão e vacilarão e continuarão a pensar que pode haver alguma outra explicação. Pois a mentira grosseiramente atrevida sempre deixa rastros, mesmo depois de ter sido pregada, um fato que é conhecido por todos os mentirosos experientes neste mundo e por todos os que conspiram juntos na arte de mentir.

— Adolf Hitler, Mein Kampf, vol. I, cap. X[8]

O historiador da Guerra Fria Zachary Jonathan Jacobson descreve seu uso:[9]

Adolf Hitler primeiro definiu a Grande Mentira como uma ferramenta desviante usada pelos judeus vienenses para desacreditar o comportamento dos alemães na Primeira Guerra Mundial. No entanto, de maneira tragicamente irônica, foi Hitler e seu regime nazista que realmente empregaram a estratégia mentirosa. Em um esforço para reescrever a história e culpar os judeus europeus pela derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial, Hitler e seu ministro da propaganda os acusaram de lucrar com a guerra, associar-se com potências estrangeiras e "esquivar-se da guerra" (evitando o recrutamento). Os judeus, afirmou Hitler, eram o ponto fraco do estado de Weimer, que expôs a leal e verdadeira população alemã a um colapso catastrófico. Para vender esta narrativa, Joseph Goebbels insistiu que "toda propaganda eficaz deve ser limitada a alguns poucos pontos e deve ser repetida em slogans até que o último membro do público compreenda." Em suma, o fascismo nazista dependia da criação de uma mentira simplificada e abrangente ... os nazistas construíram uma ideologia sobre uma ficção, a noção de que a derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial poderia ser vingada (e revertida) purgando a população alemã dos supostamente responsáveis: os judeus.

Em 1943, o colaborador do The New York Times Edwin James afirmou que a maior mentira de Hitler foi sua afirmação revisionista de que a Alemanha não foi derrotada na guerra em 1918, mas sim traída por grupos internos.[10] Esse mito da punhalada pelas costas foi espalhado por grupos de direita, incluindo os nazistas.[11]

Descrição de Goebbels

Joseph Goebbels, chefe do Ministério da Propaganda da Alemanha Nazista

Joseph Goebbels apresentou uma teoria que passou a ser mais comumente associada à expressão "grande mentira". Goebbels escreveu o seguinte parágrafo em um artigo datado de 12 de janeiro de 1941, dezesseis anos depois que Hitler usou a frase pela primeira vez. O artigo, intitulado "Aus Churchills Lügenfabrik" (em português: "Da Fábrica de Mentiras de Churchill") foi publicado em Die Zeit ohne Beispiel.

O segredo essencial da liderança inglesa não depende de uma inteligência particular. Em vez disso, depende de uma estupidez estúpida. Os ingleses seguem o princípio de que, quando se mente, deve-se mentir grande e seguir firme. Eles mantêm suas mentiras, mesmo correndo o risco de parecer ridículos.[12]

A seguinte suposta citação de Joseph Goebbels foi repetida em vários livros e artigos e em milhares de páginas da web, mas nenhum deles citou uma fonte primária. De acordo com a pesquisa e o raciocínio de Randall Bytwerk, é algo improvável que Goebbels tenha dito.[13]

Se você contar uma mentira grande o suficiente e continuar repetindo-a, as pessoas acabarão por acreditar nela. A mentira só pode ser mantida enquanto o Estado puder proteger o povo das consequências políticas, econômicas e/ou militares da mentira. Assim, torna-se de vital importância para o Estado usar todos os seus poderes para reprimir a dissidência, pois a verdade é o inimigo mortal da mentira e, portanto, por extensão, a verdade é o maior inimigo do Estado.

O termo "grande mentira" também foi usada em um relatório preparado durante a guerra pelo Escritório de Serviços Estratégicos 

Suas regras básicas eram: nunca permita que o público se acalme; nunca admita uma falha ou erro; nunca admita que pode haver algo de bom em seu inimigo; nunca deixe espaço para alternativas; nunca aceite a culpa; concentre-se em um inimigo de cada vez e culpe-o por tudo que dá errado; as pessoas acreditarão em uma grande mentira mais cedo do que em uma pequena; e se você repeti-lo com frequência, as pessoas mais cedo ou mais tarde acreditarão. (CIA)[15]

A citação acima aparece no relatório A Psychological Analysis of Adolf Hitler: His Life and Legend (Uma Análise Psicológica de Adolf Hitler: Sua Vida e Lenda), de Walter C. Langer.[15][16] Uma citação um tanto semelhante aparece na obra de 1943, Analysis of the Personality of Adolph Hitler: With Predictions of His Future Behaviour and Suggestions for Dealing with Him Now and After Germany's Surrender (Análise da Personalidade de Adolph Hitler: Com Previsões de seu Comportamento Futuro e Sugestões para Lidar com ele Agora e Depois da Rendição da Alemanha), de Henry A. Murray:

...nunca admita uma falha ou erro; nunca aceite a culpa; concentre-se em um inimigo de cada vez; culpe aquele inimigo por tudo que dá errado; aproveite todas as oportunidades para criar um turbilhão político.[17]