Segundo a ministra do trabalho, a horrivel cidadã Maria Rosário Palma Ramalho, o estabelecimento de contratos sociais legais e moralmente legitimos e universais, bem assim como os actos de reivindicar, reclamar, protestar, lutar pela sua manutenção e sua aplicação é “forçar “ direitos, foda-se, que a pariu! A horrivel cidadã parece ter andado a estudar para jurista, então os cidadãos que se formaram e integraram o sistema judicial quando aplicam o direiro estão a forçá-lo? quem lhe for(ç-j)ou as habilitações? Que caralho de linguagem é gerada naquele cérebro, que quantidade de neurónis e ligações sinápticas andarão para lá aos trambolhões a fugir uns dos outros? Credibilidade zero, demita-se FORÇADA a reconhecer que foi uma nódoa negra para o país.
Eco-etologia da luta de classes pretende ser um meio de divulgação não sistemática, de organização de informações, ideias, observações, reflexões, pensares e dizeres, actos, acções, atitudes e movimentos, que envolvem directa ou indirectamente a vida socio-laboral dos trabalhadores, os não colaboradores, com desproporção entre os valores de compra do seu esforço físico, cognitivo-intelectual e emocional e, a revenda da sua produção, na luta pela IDENTIDADE/IGUALDADE/IDENTIFICAÇÃO.
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