a lêr

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Ôôôôôôôô… ESTÁ AÍ ALGUÉM ? (Esforça-mo-nos para nos mentirem)


Ôôôôôôôô… ESTÁ AÍ ALGUÉM ? 

(Esforça-mo-nos para nos mentirem)

Que se abram as mentes, os olhos, os ouvidos, as ventas, se necessário for, a ver se os mandantes conseguem  captar a onda onde se conseguem sintonizar as verdadeiras razões de dificuldades de controle de pandemias, é aí, aí, que encontram o coração do busílis. É com a falta de vacina em que a económia-social é o principio fisiológico, que tudo indica, na sua maior extensão, se podem perder as guerras, o medo da doença (somado à responsabilidade pessoal) fazem uma parte, o medo da fome (as longínquas vacinas - a miragem - e os movimentos anti-vacina?) a outra, cada uma impele em sentidos contrários e opõem-se, o fenómeno  exige duas vacinas, se está apenas a trabalhar (investir meios financeiros) numa. 

Da parte do estado, a falta de meios económicos e financeiros (entre incompetência gestionária, laissez-faire laissez-passer e crime) que culminam na inexistência de protecção dos interesses e bens do estado (diga-se do povo) por descarada e leviana falta de interesse na arrecadação dos impostos devidos, uma vez para alcançar ganhos de posições politicas, outras  por administração de facilidades por troca de favores congeminados a pagar num tempo ou de forma intemporal (incompatibilidades  marcadas com tempo, ah! Ah! ah!) cuja retribuição pode ser geracional, aliada à inexistência de severas sanções (veja-se o crime económico na China) sobre a fuga, assuma as formas que lhes quiserem atribuir, misopagamento, como os paraísos fiscais, que para os povo são, juntos, o inferno e inverno fiscais. 

Da parte dos que devem pagar os impostos, as actividades com profissões liberais ligadas sobretudo à actividade financeira, mas que perpassa todas as outras actividades; serviços, industriais e sector primário, na pele dos seus representantes, as entidades patronais e a “feira de venda de gado”, como a concertação social. 

A falta de condições económicas pessoais das classes trabalhadoras, fornecedoras de mão-de-obra muscular e intelectual, e do estado, fundem-se, como numa irmandade, para formar o vulcão perfeito; a escassez de transportes (vejam-se a imagens, apenas para os que lá não andam diariamente, dos ajuntamentos e colagens de corpos no interior das carruagens dos meios de transporte) correndo para os braços da escassez de casas para habitação, em condições dignas e pagáveis, com cidadãos a viver em espaços exíguos onde se aglomeram camaratas de gentes com o salário mínimo e trabalho temporário. Pessoas que por recebimento insuficiente de salário saltam de casa em casa, fazendo das tripas coração, de acrobacia, sem rede, em acrobacia económica, onde as mudanças de local para residir e moradas são tão rápidas como a propagação do vírus.

Do principio activo para esta vacina, todos os governantes não quiseram e não querem saber, então deixem-se andar…, esperem mais epidemias e massacres nos medievais tempos modernos.

Do rio que tudo arrasta se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem”. Bertolt Brecht

J58

Sem comentários:

Enviar um comentário