Ôôôôôôôô… ESTÁ AÍ ALGUÉM ?
(Esforça-mo-nos para nos mentirem)
Que se abram as mentes, os olhos,
os ouvidos, as ventas, se necessário for, a ver se os mandantes conseguem captar a onda onde se conseguem sintonizar as
verdadeiras razões de dificuldades de controle de pandemias, é aí, aí, que
encontram o coração do busílis. É com a falta de vacina em que a
económia-social é o principio fisiológico, que tudo indica, na sua maior
extensão, se podem perder as guerras, o medo da doença (somado
à responsabilidade pessoal) fazem uma parte, o medo da fome (as longínquas vacinas
- a miragem - e os movimentos anti-vacina?) a outra, cada uma impele em sentidos
contrários e opõem-se, o fenómeno exige
duas vacinas, se está apenas a trabalhar (investir meios financeiros) numa.
Da parte do estado, a falta de meios económicos e financeiros (entre
incompetência gestionária, laissez-faire laissez-passer e crime) que culminam
na inexistência de protecção dos interesses e bens do estado (diga-se do povo) por
descarada e leviana falta de interesse na arrecadação dos impostos devidos, uma
vez para alcançar ganhos de posições politicas, outras por administração de facilidades por troca de
favores congeminados a pagar num tempo ou de forma intemporal (incompatibilidades marcadas com tempo, ah! Ah! ah!) cuja retribuição
pode ser geracional, aliada à inexistência de severas sanções (veja-se o crime
económico na China) sobre a fuga, assuma as formas que lhes quiserem atribuir, misopagamento,
como os paraísos fiscais, que para os povo são, juntos, o inferno e inverno
fiscais.
Da parte dos que devem pagar os
impostos, as actividades com profissões
liberais ligadas sobretudo à actividade financeira, mas que perpassa todas
as outras actividades; serviços, industriais e sector primário, na pele dos
seus representantes, as entidades patronais
e a “feira de venda de gado”, como a
concertação social.
A falta de condições económicas pessoais das classes trabalhadoras, fornecedoras de
mão-de-obra muscular e intelectual, e do estado,
fundem-se, como numa irmandade, para formar o vulcão perfeito; a escassez de transportes
(vejam-se a imagens, apenas para os que lá não andam diariamente, dos
ajuntamentos e colagens de corpos no interior das carruagens dos meios de
transporte) correndo para os braços da escassez de casas para habitação, em
condições dignas e pagáveis, com cidadãos a viver em espaços exíguos onde se aglomeram camaratas de gentes com o salário mínimo e trabalho temporário. Pessoas
que por recebimento insuficiente de salário saltam de casa em casa, fazendo das
tripas coração, de acrobacia, sem rede, em acrobacia económica, onde as
mudanças de local para residir e moradas são tão rápidas como a propagação do vírus.
Do principio activo para esta vacina, todos os
governantes não quiseram e não querem saber, então deixem-se andar…, esperem
mais epidemias e massacres nos medievais tempos modernos.
“Do rio que tudo
arrasta se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem”. Bertolt Brecht
J58
Sem comentários:
Enviar um comentário