Entre cruzadas (1905-1291), papas e reis, a invenção teológica de Israel e de um estado criado pelos Ingleses e Franceses, a partir de um seita religiosa, é um problema bicudo para o mundo sobretudo para os ateus, irá respingar para os outros. Não adiro a esta guerra, renego-a e que se fodam os que a fazem em meu nome.
No caldo tóxico e corrosivo que compõe a escrita de cordel, de maus escritores para maus leitores, servido com doses cavalares de mitologia, misticismos, ilusões, fantasias, alucinações, bruxas, deuses, profetas, superstições, obscurantismos, lavagens ao cérebro e manipulações, surge por magia, sem sequer o mínimo de alquimia, um ajuntamento de fanáticos que se auto-atribuíram a designação de eleitos, com nome comercial patenteado com roubos e guerras, de israelitas.
A partir do ponto e do momento em que começam a faltar as fontes e as provas credíveis, é cagar na Arqueologia e na Historia, só embaraçam e atrapalham, munem-se de perturbações oníricas, actividade produtiva esquizóide, esquizotípica, esquizotímica e paranóide, para levar os incautos a aceitar as fantasias da Disney, fodam-se que engulam eles o entulho que criaram.
https://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnesis
A tradição judaico-cristã atribui a autoria do texto a Moisés enquanto a crítica literária moderna prefere descrevê-lo como compilado de texto de diversas mãos. Com base na interpretação científica de evidências arqueológicas, genéticas e lingüísticas, a maioria dos estudiosos da Bíblia considera o Gênesis principalmente mitológico e não histórico.
Sem comentários:
Enviar um comentário