Não, não nos enganem, nem se
deixem enganar. Se houvesse uma votação para acabar com o fim do genocídio perpetrado
pelo sionismo no Estado Palestiniano não tenho dúvidas de qual seria o sentido e
o significado da votação, é claro que não era, mas para a outra parte era como se fosse e para isso havia que mafiar o sistema. Atrevo-me igualmente a pensar qual seria o resultado
se em apreciação estivesse a política nazi. Qualquer acontecimento humano não é
neutro, sobretudo num tempo em que são visíveis e são trazidos à vista de curta
distância e quase em tempo real, comportamentos extremos, que naturalmente
repercutem no tecido ideativo, sensorial e emocional dos humanos, que os
possuem intactos e aferidos, por veículos e instrumentos diversos, pelo que ninguém consegue esterilizar o pensamento
e as emoções de modo a deixar de fora as sua reacções, esforçar-se por ser,
sentir-se ou parecer estéril quando o seu comportamento deve dar frutos
combatendo os desastres sociologicos, demográficos, ecológicos, geográficos em
suma que afectam os seres vivos, ser neutro é já
uma forma de se apresentar a defender uma facção expondo as sua opções,
inclinações e tendências que empurram para a um dos lados, veja-se, até no futebol
existem comportamentos emotivos dos dois extremos, nas letras das canções
existem exaltações extremas nos dois sentidos. Assim que um pedido de neutralidade
é uma farsa, que beneficia os farsantes. A Ndrangheta sionista, lá moveu os tentáculos das suas influências para que o que é apenas parecesse
e passasse a ser o que não é apesar de não parecer. Tentativa
mafiosa de mascarar um genocídio com uma melodia vista via euroaudiovisão em
que os sionistas, com a sua presença, contaminante votaram e pediram a
neutralidade. Já agora será EuroAsiaticavisão?
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