Mario Soares antifacista
Quanto ao seu passado político
anterior ao 25 de Abril, os relatos históricos, dão conta de um passado de
sofrimento para ele e para a sua família, não tendo necessitado de por ele ter
passado, devido às suas posições contra o facismo, a resposta é de gratidão por
isso, a ele e a todos, mais ou menos,
anónimos, que se bateram, alguns muito corajosos outros atingidos pela infelicidade,
que pagaram com a sua vida, contra a opressão facista ou contra as revanches de
grupos proto-fascistas, já em fase revolucionaria. É de louvar a todos os
cidadãos, todas as posições que permitiram combater e contribuiram para
derrubar o fascismo.
Igualmente com posições políticas
positivas e defensáveis enquanto político não governante, sobretudo posições assumidas
contra governações antipopulares e não democraticas, durante governos de ideologia vincadamente de
direita.
Governante com decisões políticas
de direita, negativas, antipopulares, demagógocas (governo do povo, adverso ao
povo e contra o povo, antitese de governo do povo, pelo povo e para o povo) onde
sobressaía alguma arrogância imatura sem antevisão de consequências, ou
obliteradas em favor de decisões que apontariam para a formação de um padrão referenciado
à norma social na população, atirando assim para uma especie de média ficticia
de bem estar social, com desvios padrão abomináveis.
-Mário
Soares considera necessária a resignação de Vasco Gonçalves -1975
-Fome em Setubal -1985
J58
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