Atentemos então se as palavras da dita polémica fazem sentido e, para quais Gueterres não tinha que fazer nenhuma clarificação, porque foi tão claro na primeira mensagem. Imaginemos então, seguindo a “neutralidade” e “imparcialidade” do governo sionista, que os ataques do Hamas aconteceram num vácuo. Quem governa a Cisjôrdania? é o HAMAS? Mas então e as centenas de mortes que o governo sionista espalha por lá. Falo em governo, mas também em governos sionistas, porque quero acreditar que existe uma fatia da população que segue o judaísmo que não se identifica com os assassinos genocidas que os governaram e governam.
Não sei quantos palestinianos os governos sionistas já assassinaram, mas o holocausto aproxima-se, que se faça justiça num tribunal internacional aos membros de todos os governos sionistas e aos seus sequazes, para serem julgados pelos crimes que cometeram e se façam cumprir as mesmas penas no mesmíssimo formato que aos nazis, estes também assassinavam civis para chegar aos guerrilheiros da resistência. As mesma técnicas, as mesmas práticas, as mesmas mentes, as mesmas sentenças.
Em vez de voltar às suas palavras, Gueterres devia fazer uma consulta ao plenário da Assembleia da ONU para saber o número de países que concordaram com as suas palavras. No final em caso de aprovação seria o representante do governo sionista juntamente com o seu país a saír informalmente da ONU porque formalmente nunca lá esteve, no caso contrario sairia Guterres. Cada país tem de contribuir para a Organização, os sionistas só nos fazem desperdiçar dinheiro a ouvir as suas provocações e a exposição das suas psicopatias.
J58
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