a lêr

quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

Lberdade séria versus farsa da falsa liberdade

 

Quero, desejo e podendo não viverei nunca, nem apoiarei uma ditadura, mas analisando de forma isenta, imparcial e amoral,  uma ditadura é um crime por si só e, em si mesmo? não. Pode propiciar crimes com impunidade, tal como e, de igual maneira e modo, que os modelos políticos capitalistas, liberais, “liberários, liberdários” conservadores, monárquicos etc., que intencionalmente alguns pretendem e confundem com democráticos, apenas porque se realizam eleições “livres” - pretensamente não contaminadas no processo e contagem e, expurgados de mensagens manipuladas e informação falsa, disseminadas massivamente por meios e vias de comunicação social de massa em diferentes suportes comunicativos.

Mas os modelos políticos com alguma persistência no Ocidente, praticam diplomacias e os mesmos actos que condenam nos países que não seguem os seus modelos políticos, e até apoiam esses mesmos actos que executam, mas dizem condenar, nos países que seguem regimes políticos fora dos ocidentais canones que exigem, desde que se deixem influenciar e manipular.

Nos sistemas de democracia popular o cidadão tem é que manter-se atento e monitorizar se os interesses pessoais de algum politico se sobrepõem aos interesses vitais e satisfação de necessidades básicas e primordias de qualquer cidadão, já foi dito; democracia é o governo do povo pelo povo e para o povo, e exige a participação organizada do povo em comunidades participativas para acesso à alimentação, saúde, educação, habitação, justiça, criatividade  e liberdade, tudo em igualdade de tratamento, como diz o poeta cantor; “só há liberdade a sério, quando houver, a paz, o pão, habitação, saúde, educação”. A riqueza gerada na comunidade pertence ao povo e é investido pelo e para o povo.

A diplomacia que os modelos políticos persistentes no Ocidente executam, para forçar os países que a rejeitam, é a da agressão seja militar e/ou económica. Impondo igualmente pela força, a força que condenam nos que se lhes opõem políticamente.

Os jogos, movimentos e dinâmicas de interesses particulares e privados nos modelos políticos Ocidentais impõem-se acima de qualquer principio ou valor humano básico; igualdade e solidariedade – genuínos-, que passa por gerar as condições humanas e de vida social onde o ideal de vida (nos antípodas do estilo de vida ocidental da Leyer e do capitalismo Europeu) dispense o accionar dos mecanismos de solidariedade, desgastantes mas necessários, do ponto de vista humano e social, apenas em caso de infortúnio natural geográfico ou biológico.

A asfixia que o modelo politico capitalista exerce sobre alguns sitemas politicos sociais democráticos, e sobre todos os que não afinam no seu diapasão politico e económico ,é manipulatória e de natureza criminosa. Tão manipulatória quanto manipulatória é a engenharia montada nos modelos políticos capitalistas que induz os cidadãos a pensar, quando votam, na “TINA”, permitindo sob um manto de liberdade o acesso ao poder à força de todo um conjunto de mecanismos bem orquestrados no plano da comunicação e psicologia social de massas. A pior liberdade é a que permite apenas a sensação de liberdade, versus plena democracia. 

 

Jo58


Sem comentários:

Enviar um comentário